6 Comentários


  1. Por gentileza não veiculem informações distorcidas no site….não existe síndrome alguma em relação a isso que seja reconhecida cientificamente, nem pela OMS, nem por entidades psiquiátricas no mundo. Richard Gardner era ligado a notórios pedófilos como Ralph Underwagger – que, além de contribuir num jornal pro-pedófilo chamado Paidika, era diretor do Instituto de Falsas Memórias nos EUA, e era investigado por denúncias de abusos infantis junto com sua esposa -, defendia abusadores como Woody Allen, e suicidou-se com múltiplas punhaladas no peito e no pescoço no mesmo ano que seu colega Ralph…é esse tipo de “profissional” que guia uma lei no Brasil e no México? Não seria hora de discutir a credibilidade de tal coisa?
    http://www.abusosexualinfantilno.org/index.php/2015-05-07-03-42-15/s-a-p-sindrome-de-alienacion-parental-un-perverso-y-su-estafa

    http://www.thelizlibrary.org/liz/012.htm

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    1. Direito Familiar

      Olá, obrigada pelo comentário! Gostaríamos de saber apenas qual é a informação que está distorcida, por gentileza?

      Oportunamente, gostaríamos de frisar que, assim como nos links apresentados por você, bem como no seu próprio blog (“Richard A. Gardner, M.D., é o criador e principal proponente da teoria de “Síndrome de Alienação Parental” (SAP) vide https://inocentessemsilencio.blogspot.com.br/2016/05/pontos-de-vista-do-dr.html.”), apenas citamos Richard Gardner como a pessoa que criou o termo “síndrome da alienação parental”. O objetivo do artigo é apenas apresentar o conceito de alienação parental, e não o de fazer uma análise crítica ou técnica sobre o trabalho realizado por Gardner, até porque sabemos que existem vastos estudos e questionamento sobre seus métodos.
      Igualmente, não nos propusemos a fazer uma análise científica da temática abordada, apenas procuramos explicar de maneira simplificada como a situação é apresentada na esfera jurídica.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

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