8 Comentários

  1. Gabriela

    Olá tudo bem?

    O pai da minha filha sumiu por 5 anos da vida dela. Nunca visitava. Hoje em dia ele começou a se reaproximar. Porém ela faz natação Aos sábados, eu não consigo trocar o horário dela, e como estamos em pé de guerra, ele não quer que ela faça aula no dia dele, e ela ama a natação. Não quer deixar de ir. Atrasa 2h do horário estipulado pelo juiz. Como proceder?

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    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Essa é uma situação complicada, que, ao nosso ver, dependeria mais do bom senso dos envolvidos do que de determinações judiciais em si. Se houver um processo em trâmite, acreditamos que você pode conversar com quem lhe representa na ação e ver sobre a razoabilidade de informar isso no processo, para que haja um posicionamento judicial.

      É difícil nos manifestarmos mais precisamente porque, veja, não temos como saber qual é o contexto familiar de cada um dos envolvidos, quais são as decisões judiciais existentes.

      Toda dúvida individual sobre um caso específico precisa ser ser analisada dentro de seu contexto para ser respondida adequadamente. Atualmente, nos dedicamos a produzir um conteúdo gratuito e, por isso, somente conseguimos responder dívidas individuais pessoalmente, relacionadas aos processos com os quais lidamos na Vara de Família de Curitiba/PR.

      Assim, o ideal é entrar em contato com advogados especializados ou com a Defensoria Pública, pois eles poderão analisar os detalhes e prestar informações mais específicas – tais como eventual alteração do período de convivência.

      Atenciosamente, 
      Equipe Direito Familiar. 

      Responder
  2. Gabriel

    Olá, estou em processo de separação, e minha filha tem meses de vida ainda, porém o relacionamento amoroso acabou, mas tenho dúvidas sobre a guarda, o tipo de guarda e se influênciaria o caso de passar um tempo na casa da minha mãe até que eu consiga um local próprio. Podem me esclarecer?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá Gabriel! Tudo bem?

      Te enviaremos alguns links abaixo, de artigos que escrevemos sobre o tema. É super importante que você os leia, pois ajudará a entender o real significado da guarda e você poderá conversar com a mãe da sua filha a respeito, para que juntos definam sobre a guarda e períodos de convivência. é muito importante conhecer e entender do assunto, pois o diálogo se torna mais saudável!

      Seguem os links:

      Guarda de recém-nascido: como funciona? – https://direitofamiliar.com.br/guarda-de-recem-nascido-como-funciona/

      O que é a guarda de filhos e quais as modalidades existentes? – https://direitofamiliar.com.br/o-que-e-a-guarda-de-filhos-e-quais-as-modalidades-existentes/

      O que significa a guarda compartilhada? – https://direitofamiliar.com.br/o-significa-a-guarda-compartilhada/

      5 dicas valiosas para evitar que a disputa pela guarda de filhos acabe em tragédia – https://direitofamiliar.com.br/5-dicas-valiosas-para-evitar-que-a-disputa-pela-guarda-de-filhos-acabe-em-tragedia/

      Em relação a você permanecer um período na casa de sua mãe, acreditamos que não deve ser prejudicial, pois é sabido que depois de uma separação todos precisam se adaptar à nova realidade. No entanto, não temos como prever qual seria o entendimento do juiz que analisará o caso (se ele pode achar prejudicial ou não), porque essa análise vai depender de diversos fatores e das particularidades de cada situação.

      Se restarem dúvida, nos escreva novamente!

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
  3. Bruna Ribeiro Lima

    No Caso Vou Passa A Guarda Pra Minha Mãe e Tenho Medida Protetiva Pra Mim E Pra Minha Filha ,Por conta Das Agressões Que Eu E ela Sofria ,Ele Tem Alguma Sorte Ainda de Vê Lá?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá Bruna, tudo bem?

      As medidas protetivas são concedidas, de maneira mais comum, no âmbito criminal. Este é um assunto muito delicado e, por não termos maiores informações, não temos como nos manifestar sobre o contato entre pai e filha.

      No entanto, de modo geral, podemos adiantar que, o interesse a ser resguardado em casos como esse é o da criança e não o dos genitores. Para o filho, desde que não haja prejuízos concretos advindos dos contatos com o pai, é importante a manutenção do vínculo paterno, ainda que com a regulamentação da convivência de maneira monitorada, por exemplo, pela equipe técnica – ou seja, com o acompanhamento de psicólogos e profissionais das Varas de Família, se necessário – o que preservaria a segurança do filho ao mesmo tempo em que resguardaria os laços paterno filiais.

      O ideal é que você procure advogados especializados em Direito de Família ou a Defensoria Pública, explicando sua situação e apresentando os documentos pertinentes, para que possam lhe prestar maiores esclarecimentos.

      Esperamos ter ajudado!

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

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