82 Comentários

  1. CAMILA MACARI DE PAULA

    Boa noite,

    Meus pais estão separados a uns 15 ou 16 anos, a casa onde mora eu e minha mãe está no nome dele, porém se caso seja vendida o valor será divido entre os dois. Recentemente ele disse que quer vender a casa por “N” motivos e que tem que vender. O que eu gostaria de saber é, ele foi embora de casa, já que teve traição da parte dele e minha mãe pediu divórcio e no divórcio fico i decidido que a casa ficaria para minha mãe, ele tem o direito de exigir a venda da casa? Já que ouve traição, ele foi embora e bem dizer abandonou a casa. Obrigada.

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    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Alguns pontos precisam ser avaliados: houve processo judicial de divórcio? Se sim, o que realmente ficou decidido no processo? Foi feita a partilha? Se no divórcio decidiram que a casa ficaria com a sua mãe, porque ela ainda permanece registrada no nome do seu pai? Ou no divórcio ficou estabelecido que sua mãe continuaria residindo no imóvel como usufrutuária?

      Veja, vários pontos precisam ser ponderados para que lhe seja dada uma resposta concreta. Infelizmente não nos cabe fazer uma análise detalhada da situação. O ideal seria realizar uma consulta com algum profissional, para que a situação seja avaliada de maneira adequada.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  2. Caroline Vargas

    Estou separada a 5 anos de uma união estável só que até hoje não foram divididos os bens, eu não recebi a minha parte na partilha, como devo proceder a respeito?

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    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Na ocasião do divórcio, ficou decidida a questão da partilha? Houve uma sentença, foi expedido o formal para a regularização do patrimônio? Seria preciso analisar por qual motivo a partilha não aconteceu, para depois pensar em alguma solução. Eventualmente, é possível pedir a “sobrepartilha”, mas isso servirá para os casos em que, por exemplo, algum bem ficou de fora ou algo assim. Se não for essa a situação, é preciso, inclusive, atentar-se aos prazos para pedir tais direitos.

      Veja, são alguns fatores que precisam ser analisados. Assim, para definir quais atitudes adotar, o melhor seria conversar com advogados que possam analisar todos os detalhes da situação e indicar as medidas possíveis de serem tomadas. No entanto, caso esteja buscando um auxílio gratuito, o recomendado é procurar a Defensoria Pública ou os núcleos de faculdades de Direito, que prestam tal atendimento.

      Esperamos ter ajudado!

      Atenciosamente,
      Laura e Arethusa.

      Responder
  3. miguel pereira

    Em outubro de 2007 eu comprei uma casa com dinheiro que juntei do meu trabalho, não conhecia minha ex neste período. Em 2008 mais ou menos, comecei a namorar ela e fomos morar juntos na casa que eu comprei. Em 2012 fomos na justiça itinerante e convertemos a união estável em casamento, só que na nossa certidão está registrado que estávamos em união estável desde janeiro de 2007, ou seja, antes de eu comprar a casa, só que não estávamos morando juntos. Agora ela pediu o divorcio e quer metade da casa, só que a casa é minha, porque comprei antes de ficar com ela, o que eu faço? Porque a Advogada dela falou que ela tem direito, porque está na certidão, mas como a data que eles colocaram na certidão, na época ela tinha 15 anos, ta certo isso?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Essa situação é complexa e diversos detalhes precisam ser analisados. A princípio, seria necessário verificar por qual motivo constou na certidão de casamento que vocês viviam em união estável desde 2007 (se não era isso que vocês pretendiam) e por qual razão essa circunstância não foi questionada anteriormente.

      Se o registro do casamento e da união não foi questionado anteriormente, em tese, ela teria direito a parte do patrimônio constituído, vez que o que constou no documento é que vocês estavam juntos quando da aquisição do patrimônio.

      No entanto, você poderia pesquisar sobre quais as medidas possíveis de reverter a situação e anular (ou retificar) aquele registro. O fato de ela contar com 15 anos de idade pode ser um ponto relevante a ser demonstrado, ainda que não necessariamente vá mudar eventuais direitos quanto à partilha.

      Para tanto, o ideal é que busque o auxílio de advogados ou da Defensoria Pública, que poderão analisar os detalhes do caso (o que não nos cabe) e ponderar sobre o que pode ou não ser feito.

      Esperamos ter ajudado de alguma forma!

      Atenciosamente,
      Laura e Arethusa.

      Responder
  4. Tatiane Ol Jesus

    Bom dia td bem?
    E uma dúvida que tenho , se puder me tirar essa dúvida vai ser de grande ajuda
    Me divorciei a 7 anos com o divórcio concessual ,com as partilhas de bens ja definidas
    Já está homologado, a possibilidade de uma das partes querer rever o que foi partilhado e pedi novas partilhas
    Ou que já foi decidido e homologado não tem mais essa possibilidade?
    Na partilha de bens o imóvel que tem somente contrato no meu nome ambos deixamos a casa para nossa filha usufruto dele e meu , mas quem possue a guarda permanece na casa
    Há possibilidade dele querer que eu pague aluguel agora , se no divórcio não está definido e nem a venda
    Tem a possibilidade de ele entrar cm esse pedido de novas partilhas?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá tudo bem?

      Se houver interesse em anular a partilha já realizada, o pedido deverá ser devidamente fundamentado e dentro do prazo previsto em Lei. Sugerimos que você entre em contato com o advogado que lhe atendeu ou outro profissional da sua confiança, para que analise a situação de perto e indique os caminhos que podem ser tomados.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  5. Kelliana

    Compramos um imóvel e nao eramos casados judicialmente depois nos casamos como faço para ter direito tb ao imovel?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Uma alternativa seria pleitear o reconhecimento da união estável mantida antes do casamento. Essa é uma “estratégia” que deverá ser discutida com o profissional que lhe prestar atendimento em caso de divórcio, pois ele poderá verificar todos os detalhes e indicar os caminhos possíveis. 

      Sugerimos a leitura de alguns textos, caso você queira entender melhor alguns aspectos da união estável: https://direitofamiliar.com.br/category/uniao-estavel/. 

      Atenciosamente, 
      Laura e Arethusa. 

      Responder
  6. Jéssica Costa Farias

    Me divorciei dia 16/08/2016 tinhamos comunhão parcial de bens como não tinhamos bens não compartilhamos nada. Hoje sou noiva e não estou conseguindo dar entrada no casamento com comunhão parcial de bens pois não tenho como provar que não houve partilha dos bens, o que preciso fazer para provar isso?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Este divórcio foi judicial ou extrajudicial?
      Seria interessante dar uma olhada no processo, caso tenha sido judicial, e ver se na sentença constou a informação de que não havia bens passíveis de partilha. Outra medida seria verificar a escritura pública, caso tenha sido extrajudicial, e checar se realmente não constou nada sobre bens partilháveis.

      Caso nada conste em relação a partilha, provavelmente você deverá encontrar em contato com o seu ex-marido e ingressar com um pedido de partilha, informando que não existiam bens passíveis de partilha à época do divórcio.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  7. Maria Elena

    Olá,vivi com uma pessoa a 10 anos,com 4 filhos,após a morte do pai dele,casamos no civil,comunhão parcial,morávamos d aluguel,ele vendeu a casa do pai e com o dinheiro comprou a casa onde moramos,após 25 anos d casados não deu mais certo a convivência chegando ao divórcio litigioso,recentemente saiu,e pelo q consta,como meu advogado foi do estado,não sei s isso tem a ver,mas consta q não tenho direito a nada,só gostaria d saber s realmente não tenho direito a casa,pois fala q é d herança,gostaria d uma explicação sensata,pois aos q busquei saber não foram esclarecidas

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Infelizmente não temos nos manifestar de maneira tão específica, sem conhecer os detalhes do caso, o que sequer no caberia.

      De qualquer forma, se vocês foram casados pelo regime de comunhão parcial de bens, escrevemos dois artigos que podem te ajudar a entender como a partilha deve funcionar. Neles, explicamos quais bens são partilháveis e quais não entram na partilha.

      Seguem os links:

      https://direitofamiliar.com.br/regime-da-comunhao-parcial-de-bens-parte1/

      https://direitofamiliar.com.br/regime-da-comunhao-parcial-de-bens-parte-2/

      Se após a leitura ainda restarem dúvidas, nos escreva novamente.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder

  8. Boa tarde tenho aqui uma dúvida…
    Eu tive junto 6 anos agora tamos separados, no princípio vivíamos numa casa arrendada depois a avó da minha ex mulher ofereceu lhe uma casa, mas quem ainda tem uso fruto dela é avó até morrer..
    A gente foi pra lá viver e claro tive que fazer obras e isso tudo gastei lá algum dinheiro só que não tenho recibos para comprovar …
    Então a gente separou se eu agora tou numa casa arrendada e pago 300€ e só trouxe 3 coisitas lá da outra casa, ela ficou com tudo…
    Ela quer ir comigo a tribunal por causa do nosso filho que é menor …
    Então eu indo a tribunal por causa disso também posso reclamar de me ter vindo embora de mãos a abanar e começar tudo do 0 enquanto que ela ficou lá com tudo…. Eu ainda não troquei a minha morada para a casa onde estou ainda tá na casa da minha ex…

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Toda dúvida individual sobre um caso específico precisa ser ser analisada dentro de seu contexto para ser respondida adequadamente. Atualmente, nos dedicamos a produzir um conteúdo gratuito e, por isso, somente conseguimos responder dívidas individuais pessoalmente, relacionadas aos processos com os quais lidamos na Vara de Família de Curitiba/PR.

      Veja, não temos como saber qual é o contexto familiar de cada um dos envolvidos, se são casados, se há união estável, qual o regime de bens. Assim, o ideal é entrar em contato com advogados especializados ou com a Defensoria Pública, pois eles poderão analisar os detalhes e prestar informações mais precisas – tais como sobre eventuais direitos e compensações financeiras.

      No nosso site, porém, você encontra artigos sobre o tema, que podem ajudar a entender o funcionamento de alguns pontos.

      Atenciosamente, 
      Equipe Direito Familiar. 

      Responder
  9. Fernando Sousa

    olá, minha mãe vai se separar do meu padrasto, mas farão um acordo (ou pretendem), onde ao invés de ocorrer a divisão dos bens, eles pretendem elaborar um documento que obrigado o padrasto a pagar x quantia para ela (ao invés de venderem tudo e dividirem), até para ter mais celeridade, isso é possível?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Alguns pontos precisam ser ponderados: eles são casados, ou têm união estável registrada? Tem filhos menores, ou não?

      De qualquer forma, a princípio, entendemos que é possível sim, desde que sejam resguardadas as proporções que caberiam a cada um na partilha de bens.

      O ideal é que eles estejam acompanhados de advogados para a realização de um acordo assim, para evitar qualquer prejuízo a quem quer que seja.

      Vale dizer que, mesmo que uma das partes “abra mão” eventualmente de receber alguma quantia, há consequências para tal conduta, por exemplo, no âmbito tributário.

      Alguns detalhes podem fazer diferença, por isso, é importante estarem bem orientados por profissionais da área.

      Esperamos ter ajudado!
      Atenciosamente,
      Laura e Arethusa.

      Responder
  10. Xandy

    Olá, minha mãe financiou um carro pagando totalmente sozinha mas na separação meu pai que não pagou nada quer parte dele isso é justo??

    Gostaria de saber também oque ocorre quando uma casa é dividida meio a meio entre o casal antes de se divorciar

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Primeiramente, seria necessário verificar qual é o regime de bens do casamento deles. Dependendo da situação, pode ser que tudo aquilo que foi adquirido durante a união seja considerado bem comum e, aí, o patrimônio poderá ser partilhado com seu pai. Se houver, por exemplo, um processo de divórcio em trâmite, sua mãe poderá tentar comprovar documentalmente que não houve contribuição do seu pai na aquisição do bem, a fim de evitar que lhe seja concedida parte do automóvel. No entanto, essa é uma questão muito específica, que dependeria das provas e do entendimento do responsável por analisar o caso.

      Sobre a situação da casa, é difícil nos manifestarmos porque isso vai depender de como está o caso efetivamente. Muitos casais continuam a dividir a residência por não terem condições financeiras de sair do local. O que acontece é que, havendo algum motivo para tanto, é possível pedir a separação de corpos, com o intuito de “obrigar” que um dos dois deixe a residência, mas essa também é uma questão que depende de diversos fatores para ser analisada.

      O ideal é buscar o auxilio de advogados ou da Defensoria Pública, pois eles poderão analisar todo o contexto das partes e indicar os caminhos possíveis. No site do Direito Familiar, você encontra alguns artigos que falam sobre os regimes de bens, e podem te ajudar a entender alguns pontos: https://direitofamiliar.com.br/category/regime-de-bens/.

      Esperamos ter ajudado de alguma forma!

      Atenciosamente,
      Laura e Arethusa.

      Responder
  11. Rosilene silva

    Ola boa tarde estamos para entrar com pedido de divórcio,ele resolveu que não quer a parte dele no imóvel e que vai deixar pra mim como isso é feito

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      O ideal é que vocês tenham o acompanhamento de um advogado para a realização do divórcio, ainda que seja consensual, pois é o profissional que poderá lhe orientar mais precisamente e explicar como tudo acontecerá. Ao nosso ver, se ele quer abrir mão de uma parte dos bens, isso poderá ser considerado, de cerca forma, uma doação, o que fará com que incida o imposto ITCMD. No entanto, diversas circunstâncias precisam ser analisadas, motivo pelo qual é importante contar com o acompanhamento que mencionamos acima, principalmente para que seja avaliada a questão dos impostos e qual seria a melhor maneira de resolver a questão deste imóvel.

      Esperamos ter ajudado! 

      Atenciosamente, 
      Laura e Arethusa.

      Responder
  12. Ana Paula do Nascimento dos Santos

    Olá , foi assinado nos papéis do divórcio que a mãe da criança iria ficar na casa com a criança até vender , só que foi assinado só eles dois ficaria , mais ela já casou de novo no cartório e colocou o marido dentro da casa ela pode fazer isso ? Oq devo fazer ?

    Boa tarde!!!

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      É difícil nos manifestarmos sobre, porque seria preciso verificar no acordo se efetivamente havia eventual proibição de que mais pessoas passassem a residir no local. Como o imóvel não foi vendido e partilhado ainda, ao que tudo indica, poderia se verificar a possibilidade de cobrar um aluguel daquele que está residindo ali sem ter feito parte do avençado, mas acreditamos que seria uma situação bem excepcional. Por isso, o mais recomendado é procurar o auxílio de advogados que possam analisar todos os detalhes do caso e, assim, indicar os caminhos possíveis de serem seguidos.

      Esperamos ter ajudado!
      Atenciosamente,
      Direito Familiar.

      Responder

  13. Minha filha entrou com o divórcio porque o marido se endividou-se muito e fugiu parais Estsdos Unidos fugindo dos credores. Ninguém da família tinha conhecimento da dívida:! yAosao milhoes Agora ele voltou e está tumultuando a vida de minha filha. O divórcio dela não andou. Ele agora entrou com uma ação de divórcio cheia de inverdades que podemos comprovar a falsidade são que eu quer saber como fica a situação Jurídica A: esposa já entrou com o Divórcio (este e preventório.Agora ele entrou com outro divórcio. Como fica?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Isso vai depender um pouco de quais questões estão sendo tratadas dentro do processo, se é só o divórcio ou se há questões relativas, por exemplo, aos filhos. Caso as questões tratadas em ambos os autos sejam exatamente iguais, o segundo processo poderá ser extinto sem decisão judicial. Caso haja alguma diferença, ainda que mínima, o juízo poderá optar pela conexão das demandas, a fim de que sejam julgadas conjuntamente (caso estejam ambas tramitando no mesmo local). Sendo esse o caso, ela será citada para se manifestar também na ação proposta por ele.

      O ideal é buscar mais informações sobre a situação com o profissional que estiver prestando atendimento à sua filha, porque ele pode ter acesso aos autos (o que não nos cabe) e, assim, dar orientações mais precisas sobre o que de fato está acontecendo no processo.

      Esperamos ter ajudado!

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
  14. Wesley

    Bom dia, estou em vias de me divorciar. Gostaria de ficar com os moveis que adquirimos juntos, queria saber como é o calculo do valor dos moveis. O direito de cada um é metade do valor da nota fiscal de cada móvel, ou há um desconto de depreciação, ou ainda é calculado o valor de mercado no momento do divorcio? Desde já. Muito Obrigado

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Isto pode ficar a critérios das partes. Contudo, na prática, geralmente são considerados os valores de mercado, no caso, de móveis usados.

      Um exemplo disso são os veículos automotores. O valor utilizado como base é o tabela FIIPE, e não o valor pago quando da aquisição.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  15. Milena Dias

    Meu namorado se separou da esposa a alguns anos.
    Porém não fez o divórcio por haver imoveis de direito de ambos que necessitam de regularização na documentação.
    Como esses imóveis estão em nome da mãe dele… ele consegue se divorciar e fazer algum documento legal onde que deixe claro os direitos dela sob os imoveis e assim ela assinar o divorcio numa boa?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      A questão da regularização dos imóveis é complicada porque isso envolve a partilha de bens e eventual abertura das partes para a realização de um acordo. O que podemos dizer, contudo, é que a partilha pode ser realizada em outro momento, ou seja, ela não impede a decretação do divórcio.

      Para orientações mais precisas, o ideal é buscar auxílio de advogados especializados ou da Defensoria Pública, pois eles poderão analisar os detalhes do caso e indicar os caminhos possíveis de serem seguidos.

      Esperamos ter ajudado!

      Atenciosamente,
      Laura e Arethusa.

      Responder
  16. Geraldo Silva

    Olá, Gostaria de saber como funciona o calculo do valor dos moveis no divórcio.

    É considerado o valor atual de mercado ou o valor das notas fiscais?
    Ou são os valores das notas, menos uma porcentagem de desvalorização do bem?

    Obrigado.

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Isto pode ficar a critérios das partes. Contudo, na prática, geralmente são considerados os valores de mercado, no caso, de móveis usados.

      Um exemplo disso são os veículos automotores. O valor utilizado como base é o tabela FIIPE, e não o valor pago quando da aquisição.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  17. Wesley

    Como se calcula o valor dos móveis comprados pelo casal?

    No caso eu quero ficar com.os móveis, como faço essa indenização.

    Pego o valor atual de mercado ou tiro uma porcentagem do valor da nota fiscal de cada produto comprado pelo casal?

    Obrigado.

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Isto pode ficar a critérios das partes. Contudo, na prática, geralmente são considerados os valores de mercado, no caso, de móveis usados.

      Um exemplo disso são os veículos automotores. O valor utilizado como base é o tabela FIIPE, e não o valor pago quando da aquisição.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  18. Carla

    Olá. Imóvel está em nome de uma pessoa, porém, de fato é do pai da pessoa. Carro financiado ainda está em nome da pessoa, porém, já foi vendido. Tais bens precisam ser incluídos na partilha do divórcio em cartório? Se sim, teria como incluir e justificar que a outra parte nao faz questão da partilha de tais bens, por reconhecer que só estão em nome do conjuge, e que de fato, não lhe pertencem? Outra dúvida,um terreno adquirido somente cm recibo de compra e venda, que não possui matrícula/escritura, prefeitura nao gera iptu, paga algum valor para transferir para o outro conjuge na partilha?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      É preciso verificar o regime de bens do casamento, a data de aquisição do patrimônio, para então analisar quais são os bens comuns e particulares existentes. Dependendo das circunstâncias, um cônjuge pode “abrir mão” de receber parte dos bens que lhe caberia, mas isso pode ter consequências como a incidência de impostos, por acabar configurando uma “doação”.

      Sugerimos que você faça a leitura dos nossos artigos sobre os regimes de bens, para entender como a partilha deve funcionar, em regra, em cada um deles.

      https://direitofamiliar.com.br/category/regime-de-bens/

      Teoricamente, os bens que não possuem matrícula precisariam ser regularizados antes da partilha, mas essa é uma questão que precisaria ser analisada com mais cuidado, sendo necessárias mais informações sobre a situação do bem. Assim, para orientações mais precisas, o recomendado é que se busque o auxílio de advogados que possam analisar o caso ou da Defensoria Pública.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  19. Sa R.

    Estou divorciada e a casa está divida entre eu e o ex marido. Atualmente ele mora na casa e foi acordado que a cada mês que ele fica na casa será abatido o valor do aluguel na venda da casa.
    Eu gostaria de comprar a parte dele da casa, para que possa ser 100% minha, porém ao tentar negociar um valor, ele se mostrou sem interesse e por fim passou um preço que extrapola a parte que ele tem da casa, extrapola até mesmo o valor em que a casa está anunciada. Sendo inviável a compra da casa desta forma.
    Mas ainda tenho interesse em compra-la, então a minha dúvida é:
    Se eu entrar em contato com a imobiliária através de outra pessoa (me manteria anônima pelo fato de que ele esta relutante a vender a mim, e entraria em contato através de algum amigo(a) meu) e por ventura ele aceitasse vender a essa pessoa, e no fim seria eu a compradora, teria algum, impedimento legal para este ato?
    Outra dúvida é, poderia negociar a compra de apenas a parte dele, ou teria de pagar o valor inteiro e depois retirar a minha parte?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Não entendemos como seria possível que a negociação acontecesse com outra pessoa sem que seu ex-marido tenha conhecimento, até porque em algum  momento será necessário formalizar um contrato, com seus dados.

      Eventuais atitudes que não correspondam ao seu real interesse podem até mesmo ser interpretadas como fraude (simulação de negócio jurídico). O ideal é que você procure o auxílio de advogados antes de qualquer medida, para que eles analisem a situação com todos os detalhes (o que não nos cabe) e indiquem os caminhos que podem ser seguidos, lembrando que você tem prioridade na aquisição do imóvel.

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
  20. Mariza Santos

    Meu esposo separado a 6 anos. Estamos há 2 casados e temos uma filha e há 1 ano compramos uma casa. A ex esposa que não tem filho e está casada faz mais de 5 anos falou que quer parte da casa em que eles moravam na casa do pai dele. Casa que foi construída na casa do pai dele. E que hoje não mora lá e a casa ficou com pai dele. Na época da separação ela levou todos os móveis e ele pagou as prestações do carro dela e algumas dívidas no nome dela e ela concordou! Quero saber se existe alguma possibilidade dela conseguir algo depois de tanto tempo !

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Vários pontos precisam ser analisados para que se tenha uma resposta concreta sobre a situação: qual era o regime de bens do casamento? a casa foi construída por eles ou já existia? Foi construída no terreno de outra pessoa?

      Em tese, ela pode vir a ter direito no que diz respeito a eventual contribuição dela para construir o imóvel, mesmo que seja a título de indenização. Contudo, não temos como lhe afirmar nada sem conhecer maiores detalhes, o que sequer nos caberia.

      Portanto, sugerimos que você dê uma olhadas nos nossos textos sobre regime de bens, pois explicamos com funciona a divisão de bens em cada um deles.

      https://direitofamiliar.com.br/category/regime-de-bens/

      Se após a leitura restarem dúvidas, nos escreva novamente.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  21. Kamila

    No documento de compra do terreno assino como proprietária juntamente com meu esposo e está escrito claramente que sou proprietária também. Porém ao nos divorciar o terreno não entrou no valor da partilha, apenas o valor da construção casa, com a justificativa de o dinheiro usado na compra do terreno era do meu ex-companheiro é esse valor está declarado em imposto de renda. De acordo com o seu advogado que também é seu contador não tenho direito na partilha no valor do terreno. O que é considerado? O documento onde consta que sou proprietária (contudo esse documento registrado e assinado em cartório é apenas um INSTRUMENTO PARTICULAR DE PROMESSA DE COMPRA E VENDA DE IMÓVEL, após a compra e Contruçao da casa nunca registramos o imóvel no nosso nome)? Ou a justificativa dada pelo advogado de que o dinheiro usado para compra está declarado e pertencia ao meu ex-companheiro.
    Outra pergunta: o valor da casa na partilha se refere apenas o que foi gasto na época da sua construção (300.000,00). Mas já se passaram 4 anos, o valor é esse mesmo, não é considerado a valorização?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Primeiramente, é necessário saber qual era o regime de bens do casamento para verificar o que eventualmente entra na partilha ou não. Sugerimos a leitura do seguinte texto: https://direitofamiliar.com.br/quais-sao-os-regimes-de-bens-existentes/.

      Se o regime for o da comunhão parcial de bens, existem realmente algumas particularidades que devem ser consideradas. Falamos sobre isso aqui: https://direitofamiliar.com.br/regime-da-comunhao-parcial-de-bens-parte-2/.

      É importante que você também consulte um advogado ou advogada, pois ele poderá analisar o processo detalhadamente e todos os documentos, a fim de lhe explicar o que pode ter acontecido e quais medidas podem ser tomadas.

      Esperamos ter ajudado!

      Atenciosamente,
      Arethusa e Laura.

      Responder
  22. Carina

    Minha cunhada comprou uma casa depois de casada com meu irmão, com o dinheiro da indenização que recebeu pela morte do pai dela, meu irmão tem direito a casa ?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá tudo bem?

      Não temos como responder sem conhecer maiores detalhes da situação, o que sequer nos caberia.

      Este valor recebido é indenização ou herança? Veja, é uma situação que dependerá do regime de bens do casamento deles, do valor do bem adquirido…

      Recomendamos que consulte um advogado, pois ele poderá analisar a situação de perto e explicar de maneira segura eventuais direitos do seu irmão.

      Atenciosamente
      Arethusa e Laura.

      Responder
  23. Mariana

    No caso do divorcio onde Conjuge 1 assume a divida do financiamento do imóvel e ainda ressarce com juros as parcelas que haviam sido pagas pelo Conjuge 2, ou seja compra a parte do imóvel do Conjuge 2. Esse valor pago de ressarcimento constitui como compra de imóvel? Pode ser declarado para fins de IRPF quando do seu pagamento efetivo ou somente quando o documento do divorcio for homologado?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      É preciso verificar bem certinho qual é a situação. A compra e venda de bens entre cônjuges, só é permitida em relação aos bens excluídos da comunhão.  Para isso, é preciso verificar qual o regime de bens e como o imóvel se enquadra.

      Alguns pontos precisam ser analisados, por isso não temos com te dar uma resposta concreta, o que sequer nos cabe.

      Sugerimos que você procure o auxílios de advogados,  e até mesmo de um contado, para analisem as particularidades do caso e indiquem o melhor caminho a ser seguido.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  24. Day

    Boa noite me tirem uma duvida o marido da minha cunhada comprou um terreno minha sogra deu o dinheiro pra construir uma casa nesse terreno ai o marido da minha cunhada traiu ela e saiu de casa foi morar com outra ai dwpois q mobilhou a casa da outra o pai junto com ela colocou ele pra correr pediu pra voltar minha cunhada aceitou deu uma chance so q agora ele esta traindo e dando encima das vizinhas e minha cunhada esta recebendo reclamações delas e minha cunhada nao quer mais ele e ele disse q nao sai da casa e q ela tem q vender e dar a parte dele ela deu um terreno pra ele sai e ele nao quer ele que deixar ela sem casa mesmo ele tem direito e como resolver pra ele sai de casa e se ele tem direito na casa q minha sogra fez no terreno q ele comprou ?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Para que ele saia de casa, pode-se eventualmente requerer um pedido de separação de corpos judicialmente. No entanto, para a partilha de bens efetivamente, será necessário avaliar diversos fatores, tais como: data do casamento, data da aquisição dos bens, regime de bens da união. Por isso, o mais adequado é solicitar auxílio a um advogado que poderá analisar os detalhes e verificar quais medidas podem ser tomadas.

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
      1. Gabriela

        Olá, uma situação em que foi feita a compra de uma casa enquanto casados porém só uma parte pagou pela casa, a outra parte tem direito na casa no processo de separação ?

        Responder
        1. Direito Familiar

          Olá, tudo bem?

          Essa é uma questão que dependerá do regime de bens do casamento, da data de aquisição do imóvel e também das provas produzidas nos autos acerca de quem efetivamente contribuiu para a aquisição daquele patrimônio.

          O ideal, como sempre falamos, é buscar o auxílio de advogados ou da Defensoria Pública, pois eles podem analisar todos esses fatores e prestar informações mais precisas sobre sua situação.

          Atenciosamente,
          Equipe Direito Familiar.

          Responder
  25. claudio

    Olá boa tarde,

    Me separei e durante a separação ficou acordado que os nossos bens seriam divididos em 50% para cada um, temos nessa situação uma casa , 2 terrenos e um pequeno sitio. Em comum acordo, estamos negociado a situação dos 2 terrenos e o pequeno sitio, onde, um irá ficar com os dois terrenos e o outro com o sitio. Este acordo foi feito em comum acordo. Agora estou com duvida como fazer a regularização da documentação destes imóveis. Como devo proceder ? Fazer a transferência dos terrenos como uma venda? mesmo não envolvendo dinheiro? e a transferência do Sitio é do mesmo jeito?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Ficamos felizes que tenham conseguido resolver a questão de forma consensual.

      Sobre sua dúvida, esta partilha já foi registrada? Teve algum processo, ou foi extrajudicial?

      Para a regularização dos documentos e informações mais precisas, recomendamos que você o a busque o auxílio de advogados, já que algumas movimentações podem gerar a incidência de impostos e, assim, os profissionais poderiam analisar toda a documentação detalhadamente e indicar os melhores caminhos.

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
  26. Dayse Raquel dos Santos Pereira

    Excelente artigo, muito obrigada pelas informações!
    Minha dúvida:
    Ganhei um carro do meu pai e hoje estou me divorciando, para que ele não faça parte da divisão, preciso provar de alguma forma que foi um bem doado? teria que incidir imposto de doação? ou o simples fato de comprovar extrato bancario já resolve?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Primeiramente, lembramos que, quando as partes estão separadas de fato, já não incide mais o regime de bens.

      De qualquer forma, o principal é saber, primeiramente, qual é o regime de bens do casamento, para então identificar se o bem será comum ou particular – temos artigos explicando cada um deles: https://direitofamiliar.com.br/category/regime-de-bens/.

      Se o bem foi doado, provavelmente haverá alguma documentação fazendo referência a tal situação (imposto de renda, escritura, etc…) bem como incidência de imposto, o ITCMD.

      Contudo, o ideal seria conversar com advogados que possam analisar os detalhes – o que não nos cabe – orientando quais medidas são mais adequadas à sua situação.

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
  27. Tereza

    Srs, uma casal casado em 1965, como separação de bens, e misteriosamente a esposa conseguiu mudar para comunhão universal de bens, dois anos depois da morte do marido.
    A esposa alegou em juízo que casou antes de 1977, mas em algum momento se escreveu erradamente no cartório separação de bens.

    Vários imóveis comprados pelo marido, somente consta que ele era casado, nem citam o nome dela, alguns contratos de compras e vendas de imóveis
    pela caixa econômica até cita o nome da mulher, porem reza que é casada como separação .

    A frase que consta em um contrato da CEF ” CASADOS PELO REGIME DA SEPARAÇÃO DE BENS ANTERIOR A LEI 6515 / 77 ” .

    Diga-se de passagem, essa troca só foi pedida, visto que apareceu um outro possível herdeiro que deu entrada no exame de DNA,porem não se sabia ainda o resultado.

    O entendimento é que, em toda a vida, o regime foi separação de bens, porem o marido morreu, apareceu um provável novo herdeiro, e desesperadamente arrumaram um modo de trocar para universal

    Minha pergunta, o Juízo errou em conceder essa troca de separação para comunhão universal ?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Nós não temos como nos manifestar de maneira tão específica sobre um caso, sem conhecer maiores detalhes, o que sequer nos caberia.

      É uma situação um tanto quanto inusitada esta alteração de regime dois anos após o falecimento de um dos cônjuges, até porque um dos requisitos para a alteração é que ambos expressem tal vontade. Falamos sobre isso aqui: https://direitofamiliar.com.br/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-alteracao-do-regime-de-bens/.

      Assim, não temos como nos manifestar sobre o processo sem tê-lo acompanhado, muito menos dizer se o Juízo errou.

      Atenciosamente,
      Laura e Arethusa.

      Responder
  28. Eduarda

    Boa tarde, tenho uma dúvida.
    Se a pessoa está casada e entra com um processo na justiça pleiteando dano material e moral, mas apenas sai o resultado após o divórcio… ex conjuge tem direito??????

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Isso vai depender muito do tipo do processo em que foi pleiteado o reconhecimento do dano e do regime de bens do casamento. Há certa controvérsia, pois alguns entendem que as verbas indenizatórias não devem entrar na partilha, enquanto outros acreditam que os valores eventualmente auferidos precisam ser divididos por serem frutos de um esforço comum (mesmo na comunhão parcial). Ao nosso ver, é uma questão que dependerá de outros fatores que devem ser analisados caso a caso.

      Esperamos ter ajudado!

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
  29. Vanda Maria de Albuquerque

    Boa noite
    Morei junto com o pai da minha filha por 15 anos , não casamos , faz 2 anos q ele me largou por outra mulher. Agora ele tá querendo entrar na justiça pra dividir os bens . Só q quando nos juntamos eu já tinha a ksa. Ele tem algum direito ?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Se não foi registrada a união estável, será preciso reconhecê-la para a posterior partilha de bens, se for o caso. Nessa situação, em tese, será aplicado o regime da comunhão parcial de bens. Assim, tudo aquilo que foi adquirido durante a união será considerado bem comum e, portanto entrará na partilha. Desse modo, é necessário verificar a data de aquisição do patrimônio e a data do início da união estável, a fim de que se possa chegar a uma resposta mais concreta. Existe uma chance de o bem não ser partilhado, se ficar documentalmente comprovado que não houve esforço comum na sua aquisição, mas seria uma situação excepcional.

      Sugerimos a leitura dos seguintes textos, que podem ajudar a entender alguns pontos:

      https://direitofamiliar.com.br/como-se-formaliza-uma-uniao-estavel/
      https://direitofamiliar.com.br/regime-da-comunhao-parcial-de-bens-parte1/
      https://direitofamiliar.com.br/regime-da-comunhao-parcial-de-bens-parte-2/

      Esperamos ter ajudado! Caso ainda restem dúvidas depois da leitura, o ideal é procurar o auxílio de advogados ou da Defensoria Pública, pois eles podem analisar os detalhes da situação e indicar quais medidas podem ser tomadas.

      Atenciosamente,
      Laura e Arethusa.

      Responder
  30. marcos

    boa noite! tive uma uniao estavel ha 20 anos, ela decidiu separar eu aceitei, porem somos separados e morando juntos na mesma casa, tentamos vender imovel mas nao consiguimos negocio, tenho outro relacionamento na minha vida ha 5 anos, ja discutirmos(ex) dividir espaço fisico da casa , e acertamos q seria divido, porem na hora da divisao de espaço fisico ela nao aceita e assim vamos levando a vida, vou me casar este ano 2021 , a questao a ATUAL teria direito sobre imovel? ao sair da casa devido casamento. como fica minha situaçao e direitos sobre imovel? ela pode ter outro relacionamento e o outro ir morar na minha casa em questao? gentileza me esclareça, nao somos casados.

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Essa é uma situação delicada. O ideal seria que você e sua ex- companheira regularizassem a situação da união estável e a partilha do imóvel. Se o bem foi adquirido durante a união, ele será considerado comum e poderá ser partilhado – salvo se vocês já tiverem estabelecido algum regime que não o da comunhão parcial em escritura pública.

      Enquanto a partilha relativa ao relacionamento anterior não acontecer, em tese, o casamento atual terá que se realizar pelo regime da separação obrigatória de bens. Isso como forma de garantir que não haja confusão patrimonial com essa nova união.

      O mais adequado é que vocês procurem o auxílio de advogados ou da Defensoria Pública, pois eles podem analisar os detalhes da situação e indicar os caminhos possíveis.

      Sugerimos, ainda, a leitura dos seguintes textos:

      https://direitofamiliar.com.br/como-se-formaliza-uma-uniao-estavel/
      https://direitofamiliar.com.br/regime-da-comunhao-parcial-de-bens-parte1/
      https://direitofamiliar.com.br/regime-da-comunhao-parcial-de-bens-parte-2/
      https://direitofamiliar.com.br/regime-da-separacao-obrigatorialegal-de-bens/

      Esperamos ter ajudado!

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
  31. Valter

    Boa noite! Estou comprando um imóvel de um casal em processo de divorcio (deu entrada mas não saiu a carta de sentença), na ação de divórcio o advogado informa que tem um único imóvel e será partilhado em ação autônoma, porém esse imóvel tem financiamento na caixa.
    Estarei quitando a dívida com a caixa e pagando a diferença em partes iguais para o casal (os dois concordaram e assinaram o contrato de compra e venda).
    Pode haver algum impedimento futuro para eu transferir a propriedade desse imóvel para o meu nome??

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Se não há nenhum dívida existente em nome dos envolvidos, e a compra e venda for realizada da maneira correta, acreditamos que o senhor não enfrentará nenhum problema. Apesar disso, é sempre bom estar orientado por advogados que possam analisar toda a documentação de perto.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  32. Jose Carlos

    Boa tarde, gostaria de tirar uma dúvida.
    Sou separado a 2 anos e não tenho filhos, casei-me com essa mulher e depois de alguns anos adquiri um imóvel que sempre paguei as prestações sozinho, mesmo quando fiquei desempregado por 2 anos(LOUVADO SEJA DEUS), minha esposa nunca quis morar no imóvel,preferindo morar próximo de seus familiares, sendo assim morávamos com a mãe dela. Quando sua mãe faleceu(já eramos casados)ela ficou com a casa da mãe e depois de algum tempo dividiu a casa com um dos filhos dela ficando apenas com uma kitinet(não sei se houve algum acerto financeiro). Agora para realizar o divorcio ela quer que eu venda meu imóvel e divida com ela o valor(faltam +/-2 ou 3 anos para quitar). Ela realmente pode exigir isso? E a kitinet dela entra na divisão de bens ou somente meu imóvel?
    Pergunto isso pois com muito esforço consegui esse imóvel e se eu tiver de vender vou ficar sem um lugar para morar e atualmente sem condições de comprar outro imóvel, depois de muito me esforçar para conquistar um.

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Essa é uma questão que vai depender do regime de bens do casamento de vocês e da data de aquisição do patrimônio. Por isso, sugerimos a leitura do seguinte artigo, para que você encontre o regime de bens correspondente à sua situação e para te ajudar a entender alguns pontos: https://direitofamiliar.com.br/quais-sao-os-regimes-de-bens-existentes/.

      Há casos nos quais, se comprovado que não houve esforço comum na aquisição do patrimônio, o juízo aceita que não entrem na partilha. Contudo, são exceções. O mais recomendado é que você procure o auxílio de advogados ou da Defensoria Pública, pois esses profissionais poderão analisar todos os detalhes da situação e indicar possíveis caminhos a serem seguidos.

      Esperamos ter ajudado!

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
  33. Janaína Nena

    Quero me divorciar e tenho filhos menores.
    Ele já saiu de casa inclusive, mas nada foi formalizado. Temos um imóvel para partilhar.
    Segui minha vida e estou pretendendo comprar um veículo nos próximos dias para meu trabalho, mas não quero que ele tenha direito sobre esse novo bem, até pq estamos casados no regime parcial.
    Ouvi falar da separação de corpos ou tenho que me divorciar e esperar para adquirir esse novo bem?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Em tese, a separação de fato, desde que comprovada documentalmente, já faz cessar os efeitos do regime de bens. Assim, você poderia comprar o veículo e, em eventual processo de partilha do patrimônio, deverá demonstrar que já estava separada de fato quando o adquiriu, de forma que o bem não deverá entrar na partilha com o ex-marido.

      Apesar disso, pedir liminarmente uma separação de corpos também pode ser uma opção. É uma situação para conversar com os profissionais que você escolher para lhe representarem, a fim de discutir as possibilidades e estratégias para definir o melhor caminho.

      Esperamos ter ajudado!

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
  34. Matheus

    Me divorciei já faz um ano, na partilha de bens o carro ficou para ela, só que está no meu nome, faz meses que peço para ela transferir para o nome dela e ela não faz. Vou ter que declarar no meu imposto de renda, algo que não tenho mais? Tem alguma forma de solicitar essa transferência judicialmente?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Existe a possibilidade de ingressar judicialmente com um pedido de cumprimento de sentença, para que o juízo determine que a outra parte cumpra o que foi estabelecido quanto à partilha de bens.

      Sobre a declaração do Imposto de Renda, o ideal seria conversar com o seu contador, sobre a possibilidade de informar na declaração sobre esta partilha realizada, ou qual a melhor forma de fazê-lo. De todo modo, acreditamos que, se há uma decisão relacionada ao bem, ela deve ser cumprida e, caso não seja, o responsável por cumpri-la poderá vir a responder por eventuais perdas e danos, se a outra parte for prejudicada.

      De qualquer forma, entendemos que exigir o cumprimento da sentença seja o melhor caminho a ser seguido, se não houver cumprimento espontâneo.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  35. Carla

    Tenho uma união estável a 16 anos e tenho 2 filhas
    Meu marido se divorciou a 18 anos, tem três filhos adultos com a ex, não fez a partilha de bens após o divórcio e ficou morando na casa, atualmente já moro nessa casa com ele e minhas filhas a 17 anos
    Sua ex mulher nunca fez pedido de partilha de bens. Meu marido pode passar a casa para meu nome ou das minhas filhas em cartório? Sendo que tem outros bens
    Essa partilha de bens pode ter prescriviido?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      É difícil nos manifestarmos sem termos conhecimento de maiores detalhes do caso. Seria preciso ver quando eles casaram e quando esse patrimônio foi adquirido. Se a ex-esposa tiver direito a uma parte, a questão da partilha de bens deverá ser regularizada antes de qualquer coisa. Caso eles consigam realizar um acordo para que a casa fique com seu companheiro, aí poderão pensar em o que fazer com ela.

      O ideal é entrar em contato com advogados/as especializados/as ou com a Defensoria Pública, para que possam analisar os detalhes do caso (inclusive eventual prescrição)  e indicar os caminhos possíveis.

      Ainda, sugerimos a seguinte leitura: https://direitofamiliar.com.br/doacao-de-bens-tenho-dois-filhos-posso-doar-um-imovel-apenas-para-um-deles/.

      Esperamos ter ajudado!

      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?

      Há alguma união está formalizada? É preciso saber inclusive qual seria o regime de bens aplicável ao caso, para saber se você terá eventualmente algum direito.

      De qualquer forma, sugerimos a leitura de alguns artigos nossos sobre o tema:

      https://direitofamiliar.com.br/moro-com-meu-namoradoa-ele-tem-direito-sobre-meus-bens/

      https://direitofamiliar.com.br/e-namoro-ou-uniao-estavel/

      https://direitofamiliar.com.br/o-que-e-uniao-estavel/

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  36. Rei

    Em casos de casa em área livre, sem escritura … como fica a divisão desse bem?

    Obs: Aguá e luz regularizadas.

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?
      O ideal é regularizar a documentação do imóvel para sua posterior partilha. Esses casos costumam ser bem complicados. Recomendamos o auxílio de advogados/as especializados/as ou da Defensoria Pública, pois esses profissionais poderão analisar com detalhes os documentos do imóvel e verificar as medidas possíveis de serem tomadas.
      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder
    1. Direito Familiar

      Olá tudo bem?

      Neste caso pode ser avaliada a necessidade de ingressar com um processo de cumprimento de sentença de obrigação de fazer, em que você informará que a decisão final do Juízo não está sendo cumprida e pede para que seja, inclusive sob pena de multa, e demais medidas cabíveis.

      Para isso, seria interessante conversar com o/a advogado/a que lhe assistiu na ação principal para que indique o melhor caminho a ser seguido.

      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  37. Gio Nunes

    Duas dúvidas:

    1. A esposa quer se divorciar e sair casa pois sofre agressões físicas e verbais do marido, mas não quer realizar a denúncia, tem como ela sair de casa com sua filha sem caracterizar abandono? Tem como fazer algo para que o marido saia de casa e não ela, mesmo sem BO ou medida protetiva?

    2. Um imóvel quitado, mas sem registro e nem escritura (casal não conseguir ainda pagar) pode constar como bem a ser partilhado numa ação de divórcio?

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?
      Em relação a pergunta 1:
      Primeiramente, esta mulher deve procurar ajuda o quanto antes! O ciclo de violência tende a piorar se nada for feito. É extremamente importante que ela vá até uma delegacia especializada e e denuncie.
      Neste momento, poderão ser aplicadas medidas protetivas, e até mesmo, a depender do caso, esta mulher poderá ser acolhida pela rede de apoio.
      Ainda, é possível pedir para que o agressor saia do lar sim (afastamento do lar), formulando um pedido em caráter de tutela de urgência, inclusive considerando que há uma filha menor envolvida.
      Sugerimos a leitura do artigo a seguir para entender melhor sobre em que consiste a violência contra a mulher: https://direitofamiliar.com.br/violencia-contra-mulher/.
      Ainda é importante que esta mulher seja informada e tenha conhecimento sobre as inúmeras campanhas existentes, visando dar suporte às vítimas. Inclusive, há um canal de atendimento somente para denuncias, basta ligar 180. TEM QUE DENUNCIAR!
      Seguem alguns links informativos:
      https://www.institutomariadapenha.org.br/lei-11340/tipos-de-violencia.html
      https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/politicas-para-mulheres/ligue-180
      https://www.cnj.jus.br/sinal-vermelho-cnj-lanca-campanha-de-ajuda-a-vitimas-de-violencia-domestica-na-pandemia/
      Em relação à partilha do imóvel, será preciso analisar o regime de bens do casal, a data da aquisição do patrimônio (financiamento), em nome de quem está o contrato… São alguns fatores que precisam ser vistos para que se tenha uma resposta mais concreta. Algumas informações = você pode encontrar aqui: https://direitofamiliar.com.br/partilha-de-bens-no-divorcio-perguntas-e-respostas/.
      Porém, para orientações mais específicas sobre o caso, o ideal seria procurar o auxílio de adovgados/as especializados/as ou da Defensoria Pública, pois eles podem verificar os detalhes e prestar esclarecimentos mais precisos.
      Esperamos ter ajudado! Em caso de dúvida, nos escreva novamente.
      Atenciosamente,
      equipe Direito Familiar.

      Responder
  38. André

    Boa noite.

    Casei com minha esposa atual em comunhão parcial de bens em ago/1998. Antes disso eu tinha um imóvel quitado (imóvel 1), que adquiri em mai/1997. E que foi usado para nossa moradia até mai/2002.

    Em ago/2002 adquirimos outro imóvel (imóvel 2), e nos mudamos para este último. Nota: entre mai/2002 e ago/2002 moramos em um apartamento alugado).

    Entre mai/2002 e jun/2006 o imóvel 1 foi alugado para terceiros, tendo a receita do aluguel sido incorporada ao orçamento da família.

    Em jun/2006 vendemos o imóvel 1 e os recursos financeiros provenientes desta venda foram adicionados a contas de investimento em conta conjunta.

    Em ago/2007 vendemos o imóvel 2 e adquirimos o imóvel 3 usando recursos financeiros oriundos da venda do imóvel 2 e das contas de investimento citadas no parágrafo anterior (provenientes da venda do imóvel 1).

    E agora queremos nos divorciar consensualmente.

    Minha dúvida é se tenho direito de excluir da partilha de bens o valor referente ao imóvel 1. E caso positivo, se existe algum índice de correção aplicável a este valor.

    Muito obrigado,

    André

    Responder
    1. Direito Familiar

      Olá, tudo bem?
      Toda dúvida individual sobre um caso específico precisa ser ser analisada dentro de seu contexto para ser respondida adequadamente. Atualmente, nos dedicamos a produzir um conteúdo gratuito e, por isso, somente conseguimos responder dívidas individuais pessoalmente, relacionadas aos processos com os quais lidamos na Vara de Família de Curitiba/PR.
      O ideal seria, portanto, consultar um advogado/a ou a Defensoria Pública se vocês pretendem realizar o divórcio, pois tais profissionais podem analisar os detalhes da situação e verificar quais medidas são possíveis.
      De qualquer modo, acreditamos que você pode esclarecer suas dúvidas pela leitura do seguinte texto: https://direitofamiliar.com.br/regime-da-comunhao-parcial-de-bens-parte-2/ (2o passo).
      Esperamos ter ajudado!
      Atenciosamente,
      Equipe Direito Familiar.

      Responder

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